Página inicial
Sala de leitura
Enem
Críticas e sugestões
Eventos
Links paratodos
videos
 


CLIQUE NA IMAGEM
ACIMA, E CONHEÇA ALGUNS VIDEOS DIDÁTICOS CPTEC.INPE


CLIQUE NA IMAGEM
ACIMA, E CONHEÇA JOGO – QUEBRA CABEÇA COM MAPA-MÚNDI FÍSICO


CLIQUE NA IMAGEM
ACIMA, E CONHEÇA MAPA INTERATIVO DAS EMISSÕES DE CO2 NOS DIFERENTES PAÍSES DO MUNDO E DADOS DEMOGRÁFICOS.


CLIQUE NA IMAGEM
ACIMA, E JOGUE COM O MAPA DA EUROPA


CLIQUE NA IMAGEM E LEIA AS MANCHETES DE HOJE DOS JORNAIS DE TODO O
MUNDO.


VEJA O QUANTO VOCÊ CONHECE SOBRE CONTINENTES E OCEANOS


2 JOGOS PARA O ENSINO FUNDAMENTAL


CLIQUE NA IMAGEM E CONHEÇA O MAPA-MÚNDI INTERATIVO

site www.geocienciasnomapa.com.br
CLIQUE NA IMAGEM E CONHEÇA UM SERVIÇO DE LOCALIZAÇÃO ESPACIAL DE TESES E DISSERTAÇÕES EM GEOCIÊNCIAS

  Geografia Geral e do Brasil ,


CIDADES MAIS VERDES

Mesmos os mais espetaculares empreendimentos culturais e econômicos não brotam do nada (do not arise out of thin air). Ao contrário, são sempre edificados sobre – ou a partir de – iniciativas precedentes, e contam com uma certa dose de sorte e senso de oportunidade (serendipity and chance). Ainda assim, seus desdobramentos são imprevisíveis, mesmo para seus criadores (originators), e também para os investidores pioneiros que neles acreditam e dão início ao negócio. Por exemplo, a primeira ferrovia bem sucedida financeiramente em todo o mundo não oferecia mais que um divertido passeio (amusement ride) por Londres.

<STRONG>A <EM>Rocket</EM>, na Stokton-Darlington Railway,<BR> primeira ferrovia, criada em 1825 por Geoge Stephenson.</STRONG><BR> Imagem: www.thingman.ch

A Rocket , na Stokton-Darlington Railway,
primeira ferrovia, criada em 1825 por Geoge Stephenson.
Imagem: www.thingman.ch

 

Muita gente ainda se lembra da época em que os plásticos tinham pouca utilidade, exceto para a fabricação de brinquedos, utensílios de cozinha e objetos decorativos (decorative touches), que os especialistas em gosto e estilo (taste-makers) ridicularizavam por sua estética vulgar. Isto aconteceu antes dos plásticos se tornarem resistentes e leves – reforçados com fibras de vidro, boro ou carbono –, e tomarem o lugar dos metais, na fabricação de molas e juntas. Esses plásticos transformaram, inclusive, o aspecto de algumas sisudas armações de óculos, como a minha, por exemplo. Hoje, posso usar armações que não machucam o nariz e as orelhas mas, durante anos, sofri com esse problema, até inventarem as articulações maleáveis (weakened joints). A maioria desses plásticos foi criada por fabricantes de raquetes de tênis, equipamentos (rods) para surfe e caniços de pesca esportiva.

<STRONG>Le Corbusier, para os arquitetos, talvez, o mais afamado fundo de garrafa.</STRONG><BR> Imagem: biografieonline.it

Le Corbusier, para os arquitetos, talvez, o mais afamado "fundo de garrafa".
Imagem: biografieonline.it

 

Não sei se a cadeia de causalidades (string of encounters) que parte do caniço de pesca e chega às minhas armações de óculos inclui um bisbilhoteiro qualquer, excitado e indiscreto o bastante para deixar escapar 'o segredo': ''... conheço uma pessoa com quem você devia conversar !'' O que sei é que esse tipo de coisa acontece numa sociedade onde as pessoas normalmente acreditam que seu 'negócio' possa interessar ao mundo (business of the whole world is their business). E, ao que parece, era isso que os incorporadores das portentosas (boastful) velhas torres de escritórios pensavam: o público era convidado a nelas ingressar para que se embasbacasse (to gape) nos grandes lobbies, comprasse jornais e guloseimas, utilizasse os telefones públicos e subisse pelos elevadores, até os terraços, para desfrutar das estonteantes (stunning) vistas.

<STRONG>Vista de Nova Iorque tomada do <EM>Chrysler Building</EM>.</STRONG><BR> Imagem: www.poster.net

Vista de Nova Iorque tomada do Chrysler Building .
Imagem: www.poster.net

 

Hoje, esse tipo de empreendedor não existe mais. Aquelas antigas torres, abertas e convidativas, não conseguiram concorrer (were no match) com os atrativos (lure) dos subúrbios. Já faz algum tempo que os arranha-céus deixaram de ser o quartel-general preferido das corporações que se dão ao respeito (self-respecting), com sua legião de administradores, planejadores, pesquisadores, engenheiros e vendedores (marketers). Na região de Toronto, onde moro, muitas dessas atividades se bandearam (decamped) para edifícios fabris adaptados, localizados nos subúrbios ou, nos EUA, para centros administrativos suburbanos (suburban office parks).

<STRONG><EM>Brookfield Office Park</EM>, Equities Management, 1992.</STRONG><BR> Imagem: www.bomadet.org

Brookfield Office Park , Equities Management, 1992.
Imagem: www.bomadet.org

 

Em nenhum caso, essa migração das torres para os subúrbios aconteceu como reação ao ataque terrorista contra o WTC. Na área de Toronto, o negócio começou há duas décadas atrás, e já estava muito bem estabelecido no final dos anos 80. Em Nova Iorque, a coisa se deu ainda mais cedo, embora a cidade tentasse impedir – e algumas vezes o conseguiu –, oferecendo às corporações – especialmente àquelas com acentuado perfil 'público' (high public profiles) –, incentivos para manter suas sedes no centro da cidade.

<STRONG>O 11 fatídico não foi decisivo.</STRONG><BR> Imagem: www.jennycu.com

O 11 fatídico não foi decisivo.
Imagem: www.jennycu.com

 

Parece claro que esse movimento das sedes empresariais em direção aos subúrbios só se tornou possível – e só adquiriu o status (cachet) de up-to-date –, porque as telecomunicações eletrônicas liberaram os executivos e outros funcionários graduados da obrigatoriedade de se estabelecer próximo às firmas com quem faziam negócios. A necessidade de 'economia', por outro lado, foi outro fator determinante para a saída do Centro, muito embora não explique tanto a realidade quanto normalmente se supõe. A suburbanização camufla muitas despesas, escondidas ou desprezadas: por exemplo, os pesados custos de transporte que são repassados para os empregados-dependentes-do-automóvel e suas famílias. Muitos outros custos, inclusive aqueles relacionados à construção de redes de infra-estrutura desnecessárias e redundantes – decorrentes da baixa densidade de uso do solo –, são simplesmente transferidos para o contribuinte. A maior economia decorrente da suburbanização, aquela que incontestavelmente se mantém, mesmo após o expurgo de todos os custos desconsiderados e camuflados, é a abundância e baixo custo dos estacionamentos suburbanos, com os quais os escritórios no Centro da cidade nunca poderão competir.

<STRONG><EM>Troy Office Centre</EM>, Troy, EUA, arquiteto Rossetti, 2002.</STRONG><BR> Imagem: www.bomadet.org

Troy Office Centre , Troy, EUA, arquiteto Rossetti, 2002.
Imagem: www.bomadet.org

 

 

Há também alguns custos não financeiros, relacionados a essa 'emigração' (outmigration) dos escritórios empresariais. Muitos locais de trabalho, nos subúrbios, estão sendo deliberadamente projetados para maximizar os contatos e o entendimento entre funcionários e departamentos de uma mesma organização. Esses projetos são tão focados em si mesmos (self-involved) que se tornaram introvertidos. E são tão 'atrativos e interessantes' que chegam a ser narcísicos (narcissistic), se é que edifícios podem ser assim chamados. Creio que sim. Infelizmente, tal introversão reduz a quantidade e variedade de encontros não planejados, ou melhor, 'não-planejáveis'. Maximizando o egocentrismo (self-regard) e a introspecção (self-involvement) de uma organização, corre-se o risco, isto sim, é de minimizar os contatos com pessoas portadoras de experiências, conhecimento e ambições diferentes.

<STRONG><EM>Parklane Towers</EM>, Dearborn, EUA, arquitetos Rosetti and Associates, 2001.</STRONG><BR> Imagem: www.bomadet.org

Parklane Towers , Dearborn, EUA, arquitetos Rosetti and Associates, 2001.
Imagem: www.bomadet.org

 

E os planejadores têm (bear) alguma responsabilidade nesse resultado (outcome). Em muitos sentidos, os subúrbios modernos que eles projetaram (devised) e construíram nos fazem lembrar das piores características das grandes plantações mono-culturais (plantations), hegemônicas durante a maior parte da história humana. Como nas plantations, esses subúrbios se organizam em torno da produção – pré-planejada e em larga escala – de um único 'produto' (crop or product). Observem bem: são extensas porções do território, ocupadas por empreendimentos residenciais 'monoculturais' (monocultural housing tracts), erguidos em escalas cada vez maiores, tal e qual infinitas plantações de repolhos, shopping centers padronizados se multiplicando como rebanhos de ovelhas e, na área de transportes, contrafações dos antigos corredores ferroviários – que conectavam as plantações aos portos marítimos –, inapropriadamente adaptados para viajantes que necessitam de acesso desimpedido a um número infindável de micro-destinos – e não, como no passado, o acesso ilimitado a relativamente poucos macro-destinos.

Imagem: globorural.globo.com & www.horticeres.com.br

Imagem: globorural.globo.com & www.horticeres.com.br

 

Felizmente, existe uma disciplina que entende a ressonância (vibrancy) da 'velha' torre de escritórios e a necessidade de libertá-la da monotonia e rigidez características dessa mentalidade monoculturalista (plantation mentality). Esta disciplina é o Paisagismo.

<STRONG><EM>Plantation</EM> de cana-de-açúcar.</STRONG><BR> Imagem: www.lagoadaprata.mg.gov.br

Plantation de cana-de-açúcar.
Imagem: www.lagoadaprata.mg.gov.br

 

O último experimento (fling) notável que os arquitetos-paisagistas produziram com a terra se deu no século XVIII, quando os projetistas ingleses rejeitaram os jardins franceses geométricos e formais, com suas rígidas aléias de árvores – drasticamente podadas –, e seus arbustos caprichosamente aparados (fancifully pruned shrubs).

<STRONG><EM>Vaux-le-Vicomte</EM>, França.</STRONG><BR> Imagem: www.lindaplato.com

Vaux-le-Vicomte , França.
Imagem: www.lindaplato.com

 

Por um algum tempo, esse novo 'naturalismo' varreu tudo que houvera antes dele – ou aparentou fazê-lo –, primeiro na própria Inglaterra e, depois, em todo o mundo. Mas mal sobreviveu a seus próprios criadores: logo, logo, abandonou qualquer pretensão de ter a natureza como piloto-guia e a humanidade como 'comissário de bordo' (nature as guide and mankind as steward). Seus defensores, no começo, produziram muito, mas com baixa qualidade: predominantemente, solares (manor houses), percursos turísticos (grand drives), ruínas pitorescas e outros artifícios espaciais (contrivances), românticos e banais.

<STRONG><EM>Royal Botanic Gardens</EM>, West Sussex, Inglaterra.</STRONG><BR> Imagem: www.lindaplato.com

Royal Botanic Gardens , West Sussex , Inglaterra.
Imagem: www.lindaplato.com

 

Num certo sentido, os arquitetos contemporâneos que lidam com a paisagem urbana estão resgatando (picking up) o conceito revolucionário (revolutionary view) de 'natureza' que se dissipou há mais de dois séculos, mas agora enxergando a humanidade e a natureza como parceiros: a natureza na posição de sócio principal (senior partner) e os seres humanos na função de estagiários (apprentices).

<STRONG>Lago, no Sítio Burle Marx, Barra de Guaratiba, Rio de Janeiro.</STRONG><BR> Imagem: www.burlemarx.com.br

Lago, no Sítio Burle Marx, Barra de Guaratiba, Rio de Janeiro.
Imagem: www.burlemarx.com.br

 

Para entender a diferença entre esses dois pontos-de-vista (approaches), nada melhor que a cidade de Vancouver, onde uma parceria com a natureza está alterando seu skyline. A sede da Prefeitura (courthouse), no Centro da cidade, uma construção em vidro e alvenaria situada na Robson Square, ostenta agora um 'telhado verde' ("green roof'') – isto é, uma cobertura com vegetação (planted roof), onde a evaporação natural – no verão –, e o isolamento térmico natural – no inverno –, minimizam (curb) a perda de energia.

<STRONG><EM>Vancouver Courthouse</EM>.</STRONG><BR> Imagem: home.earthlink.net

Vancouver Courthouse .
Imagem: home.earthlink.net

 

A nova biblioteca pública da cidade, de aspecto massivo, também ganhou um telhado verde. Igualmente admiráveis (striking) são as residências de Vancouver – sob outros aspectos, bastante comuns –, agora também cobertas por plantas. Mas nem todas essas coberturas são planas. Os incorporadores imobiliários (building trades) aprenderam a economizar água e energia, sem descuidar, paralelamente, da estética dos edifícios, projetando telhados inclinados, espigões (gables) e outros elementos arquitetônicos complicados.

<STRONG><EM>Vancouver Public Library</EM>.</STRONG><BR> Imagem: www.telusman.com

Vancouver Public Library .
Imagem: www.telusman.com

 

Muitas outras localidades – de Long Island City, no Queens, a Portland, no estado de Oregon – exibem, agora, coberturas verdes, ou as estão providenciando. Em Toronto, um imenso edifício fabril, agora reciclado, combinou as virtudes práticas do teto-jardim com charmosos e aconchegantes gazebos – onde se pode comer ao ar livre (charming outdoor nooks for snacking) –, mais um outro local, com canteiros verticais (verticalplanting beds) para experimentos agronômicos e, ainda, uma fonte doméstica de produtos naturais: ervas frescas para o chá, tomates e outras verduras (a supply source for a in-house cafe's fresh erbs, tomatoes and other vegetable).

Essa revolução surda, forjada (wrought) pelos arquitetos-paisagistas e ecologistas contemporâneos, deve muito ao movimento ambientalista e sua influência social. Nos anos 70, os arquitetos paisagistas de cidades como Winnipeg e Toronto tomaram a iniciativa de converter alguns gramados, apelidados de 'prados' ou 'campinas' ("meadows'') em campinas de verdade: fizeram isto parando de ceifar a grama (leaving them unmowed) e permitindo que gramíneas nativas crescessem, e que margaridas-do-campo (daisies) e botões-de-ouro (buttercups) se insinuassem (to creep in) e germinassem.

<STRONG><EM>Kings Park</EM>, Winnipeg.</STRONG><BR> Imagem: winnipeg.ca

Kings Park , Winnipeg .
Imagem: winnipeg.ca

 

Os usuais opositores a qualquer coisa nova acusaram o desaparecimento dos tapetes verdes standard de medida 'insólita' (uncouth) e 'atrapalhada' (messy), um sinal de perda de civilidade e senso disciplinar. Mas, em contraposição, uma parcela significativa da população se organizou politicamente para transformar as práticas e os arraigados regulamentos (entrenched bylaws) de algumas localidades. Algumas municipalidades forneceram aos moradores adubos orgânicos (backyard composters), a preço de custo, e instituíram programas para a coleta domiciliar de detritos (picking up the compost at curbside) e seu encaminhamento para os parques próximos. E ainda: ramificações para os coletores de águas pluviais (fan-shaped drainpipe extensions) foram distribuídos, para permitir que a água da chuva e a neve derretida dos telhados se infiltrasse no solo.

<STRONG><EM>Kildonan Park</EM>, Winnipeg.<BR> </STRONG>Imagem: winnipeg.ca

Kildonan Park , Winnipeg .
Imagem: winnipeg.ca

 

 

Ao mesmo tempo, outros cidadãos tomavam iniciativas próprias: adotaram o plantio de espécies nativas, muitas vezes, nessas localidades, desprezadas a priori; criaram minúsculos (tiny) jardins onde, de outro modo, só haveria terrenos baldios, ou pior, lamaçais (mudholes); e implantaram pavimentações permeáveis para drenagem das águas das chuvas.

Em conseqüência dessa criatividade dispersa, um giro (stroll down) por qualquer rua comum da cidade de Toronto é uma experiência muito diferente, hoje, do que era há 30 anos atrás. Ao rejeitar o gramado verde no jardim, uma solução que um dia foi universal, esses jardineiros liberais (permissive gardeners) já não pressupõem que os jardins saibam o que desejam ser quando crescer. Muita gente, hoje, observa primeiro, para ver o que vai brotar (sprout) e, logo, o que viceja (thrives) e o que não prospera, permitindo assim que o princípio da sobrevivência dos mais aptos (fittest) exerça o papel de jardineiro-chefe.

<STRONG><EM>St. George Street</EM>, uma rua de Toronto. </STRONG><BR> Imagem: www.cs.toronto.edu

St. George Street , uma rua de Toronto.
Imagem: www.cs.toronto.edu

 

Em todos esses casos, os arquitetos-paisagistas urbanos, e seus rebentos (progeny) foram muito influenciados pelo estudo dos ecossistemas. Ao contrário das plantations, os ecossistemas naturais nunca são monoculturais. Sua escala ideal é aquela capaz de sustentar populações formadas por espécies naturais substancialmente diversificadas (greatly diverse natural inhabitants), que proporcionem benefícios diretos ou indiretos uns aos outros. Uma vez maduros, esses ecossistemas assumem formas que, potencialmente, jamais foram previstas. Quem poderia imaginar a conformação atual das florestas de sequóias (redwood forests) ?

Na época das grandes plantations, se supunha largamente que as cidades e suas populações fossem parasitas improdutivos, mantidos pelas áreas rurais e selvagens, e que, preguiçosamente (idly), esbanjassem saúde (battening on wealth). Uma quantidade ínfima de pasto rural (many a smidgen of rural pasture) foi admitida nas cidades – expurgada do gado vacum, das ovelhas, cavalos, mulas e porcos –, com a intenção deliberada de combater a decadência urbana. Mas isto significou um desconhecimento (misunderstanding) do que seja a vida social e, do mesmo modo, do que seja a própria natureza. De fato, no que se refere a sua necessidade de variedade e aceitação do aleatório (randomness), um florescente ecossistema natural se parece mais com uma cidade do que com uma plantation. Por isto, talvez seja a cidade, ela própria, quem possa renovar (reawakens) nosso entendimento e apreço pela natureza, em toda sua fértil (teeming) e imprevisível complexidade.

<STRONG>Otawa, Vancouver, Ontario, Calgary e Montreal, sobre uma <EM>plantation</EM> de trigo.</STRONG><BR> Imagem: Alberto Taveira, intervenção sobre imagens de www.amigosdelciclismo.com & www.une.edu.ve

Otawa, Vancouver, Ontario, Calgary e Montreal, sobre uma plantation de trigo

 

Jane Jacobs
Tradução: Mauro Almada
Revista Vivercidades - 18/06/2004
Publicado originalmente no New York Times,
edição de 16 de maio de 2004, sob o título The Greening of the City.

 

Retornar ao índice

ATUALIZADO EM 28//06/2016