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  Geografia Geral e do Brasil

TAXA DE FECUNDIDADE É A MAIS BAIXA JÁ REGISTRADA NO PAÍS, SEGUNDO IBGE

Os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) mostra que o país está envelhecendo. A taxa de fecundidade da população em 2006, de dois nascimentos por mulher, é a menor já registrada pelo IBGE, caindo ao nível do limite da reposição. Assim como o número de filhos e a parcela mais jovem da população apresentaram queda, a faixa de pessoas com 60 anos ou mais cresceu em todas as regiões.

CADA VEZ MENOS FILHOS
Taxa de fecundidade diminui
a cada ano, segundo o IBGE

1940

6,2 nascimentos/mulher

1950

6,2 nascimentos/mulher

1960

6,3 nascimentos/mulher

1970

5,8 nascimentos/mulher

1980

4,4 nascimentos/mulher

1991

2,9 nascimentos/mulher

2000

2,3 nascimentos/mulher

2006

2,0 nascimentos/mulher

 PNAD 2006

A tendência de queda no número de filhos vem sendo observada desde a década de 1960, com a introdução de novos métodos contraceptivos. Na época, a taxa de fecundidade era de 6,3 nascimentos por mulher, pouco acima do registrado nas duas décadas anteriores. Já em 1970, a taxa de fecundidade no país caiu para 5,8 filhos por mulher e, dez anos depois, para 4,4. Em 1991 e 2000, as taxas foram de 2,9 e 2,3, respectivamente.

Mais idosos e menos jovens

A população jovem, com até 25 anos, vem caindo continuamente no país. No período de 1981 a 2006, a proporção baixou de 58,2 para 44,3% do total.

A faixa de crianças com até 9 anos no país continua menor que a de indivíduos com mais de 40 anos na maior parte do país, com exceção da Região Norte. A diferença mais acentuada entre as faixas etárias foi verificada nas Regiões Sul e Sudeste. Nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais, a proporção de crianças de 0 a 9 anos foi de 14,7%, enquanto a de adultos acima dos 40 anos foi de 35,8%, uma diferença que ultrapassou 20 pontos percentuais.

VIDA MAIS LONGA

Amazonas, Roraima e Amapá

4,3 a 6

Acre, Rondônia, Mato Grosso, Pará e Distrito Federal

6 a 8

Maranhão, Tocantins, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná, Ceará, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e Espírito Santo

8 a 10

Piauí, Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Norte, Paraíba e Santa Catarina

10 a 12

Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul

12 a 14,1

PANAD 2006

A proporção de pessoas com 60 anos ou mais no país apresentou ligeiro aumento de 9,9%, em 2005, para 10,2%, em 2006. O Rio de Janeiro é o estado com maior percentual de pessoas nessa faixa etária (14,1%). Outro estado que se destacou foi o Rio Grande do Sul, com uma proporção de 12,4%. O menor índice, de 4,3%, foi registrado em Roraima.

Elas vivem mais

Ainda segundo o IBGE, nascem mais homens no país, mas são as mulheres que vivem mais. A Região Sudeste é a que possui mais mulheres com 60 anos ou mais (57,2%), seguida da Região Sul (55,9%), Nordeste (55,2%), Centro-Oeste (52,5%) e Norte (51,5%).

Dados como a expectativa de vida do brasileiro, assim como as taxas de fecundidade divididas por região, vão ser divulgados pelo IBGE no próximo dia 28, na Síntese de Indicadores Sociais relativa a 2006, que incluem resultados da Pnad somados a outros levantamentos.

Uol, Ciência e Saúde,
14 de setembro de 2007

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ATUALIZADO EM 28//06/2016