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  Geografia Geral e do Brasil


HORA DE OUVIR OS PARCEIROS

Experiência de antigas potências pode mostrar o rumo para os EUA no conflito

A estrada que conduz a uma Jerusalém pacífica não passa por Bagdá, como argumentaram neoconservadores americanos em 2001-03 -, tampouco por Teerã ou Damasco, que, para alguns da linha dura norte-americana e israelense, deveriam estar sendo atacadas.
Ela passa por Washington. O discurso da guerra contra o terror encerrou os EUA numa autodeclarada "guerra prolongada", com Israel correndo o risco de tornar-se a linha de frente ocidental numa guerra contra o islã radical.
           
Se quisermos que a Otan se converta numa aliança global contra o terror, como os responsáveis políticos em Washington agora insistem, ela precisa fundamentar-se em visões compartilhadas.
Os responsáveis políticos europeus enxergam os EUA como a potência imperial no Oriente Médio, uma potência que foi desafiada pela União Soviética durante a Guerra Fria mas que, desde então, não enfrenta desafios, exceto pelos que vêm do interior dessa região. A experiência amarga de serem potências imperiais no passado os leva a enxergar Washington como estando fechada em uma posição em que suas políticas mantêm e regeneram as próprias ameaças que ela enfrenta.
           
Um ex-ministro britânico recentemente comparou o apoio dos EUA a Israel ao apoio britânico à hegemonia protestante na Irlanda -mantido por 300 anos. Os analistas franceses têm consciência da incorporação da Argélia à França, um processo que se prolongou por um século, e do terrorismo e guerra assimétrica que obrigaram à retirada francesa. O excepcionalismo americano rejeita as comparações com outros impérios e vê os EUA como uma força em prol do bem, que leva democracia e progresso ao mundo árabe.
           
Os responsáveis políticos em Washington se vêem como engajados numa guerra em defesa dos valores racionais contra as forças da irracionalidade. Observadores europeus temem os rumos da política americana em vista da campanha contra os centros de estudos do Oriente Médio nas universidades americanas e da cobertura desequilibrada na mídia.
           
O governo Bush descobriu, pela experiência amarga, que não é capaz de impor sozinho sua visão da ordem mundial.
           
Seria mais sensato que ele desse ouvidos aos parceiros e resistisse à tentação de permitir que sua política para a região mais complexa e explosiva do planeta fosse moldada pelas distorções dos lobbies domésticos e as subcorrentes irracionais.

William Wallace,
"Financial Times", julho de 2006

 

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ATUALIZADO EM 28//06/2016